Trem estaria a 20-30 mph em acidente que matou brasileira

Trem estaria a 20-30 mph em acidente que matou brasileira

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Trem estaria a 20-30 mph em acidente que matou brasileira

O trem não parou na estação terminal Lackawanna, em Hoboken, e chocou-se contra a plataforma de concreto, causando a morte da brasileira Fabíola Bittar de Kroon (Foto: Travelandleisure.com)

O trem não parou na estação terminal Lackawanna, em Hoboken, e chocou-se contra a plataforma de concreto, causando a morte da brasileira Fabíola Bittar de Kroon (Foto: Travelandleisure.com)

O trem não parou na estação terminal Lackawanna, em Hoboken, e chocou-se contra a plataforma de concreto, causando a morte da brasileira Fabíola Bittar de Kroon (Foto: Travelandleisure.com)

As autoridades federais ainda investigam as causas do acidente que deixou mais de 100 passageiros feridos e causou a morte de Fabíola Bittar de Kroon

Investigadores federais especulam que o trem da companhia NJ Transit estava correndo entre 2 a 3 vezes mais que o limite de 10 mph quando invadiu a plataforma da estação Lackawanna, em Hoboken, na quinta-feira (29). O acidente resultou na morte da advogada Fabíola Bittar de Kroon, de 34 anos, natural de Santos (SP).

Os dados, informados em um dos relatórios da investigação, calcula que a composição se movia entre 20 a 30 mph quando ocorreu o incidente fatal. O cálculo foi feito tendo como base a extensão da destruição e não nos instrumentos do trem. O agente não estava autorizado a comentar a investigação ainda vigente, quando deu a declaração anônima à agência de notícias The Associated Press (AP).

A brasileira estava na plataforma quando foi atingida pelos destroços. O trem atravessou uma barreira de aço e concreto antes de derrubar pilastras, causando a queda de parte do telhado da estação. Mais de 100 pessoas ficaram feridas.

O condutor do trem, Thomas Gallagher alegou que não se recorda do acidente, mas que operava a 10 mph quando se aproximava da estação terminal, informou T. Bella Dinh Zarr, vice-presidente do Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB).

Thomas, de 48 anos, disse que somente se lembrava de ter acordado no chão da cabine, acrescentou Zarr durante uma coletiva de imprensa sobre o acidente, no domingo (2).

O cálculo estimado da velocidade da composição foi feito enquanto os investigadores tentam extrair informações da segunda caixa-preta encontrada. O acesso ao instrumento, localizado na frente do trem, e as câmeras de vigilância foram danificados pelos escombros.

A outra caixa-preta, instalada na parte traseira da composição, não estava funcionando no dia do acidente, portanto, não registrando a velocidade, frenagem ou qualquer outra informação sobre a viagem, informou a NTSB.

Zarr detalhou que os investigadores obtiveram imagens do acidente registradas pelas câmeras instaladas nos trens que estavam parados no local.

“Nós poderemos assistir aos vídeos e eles nos ajudarão a entender porque não há gravações da velocidade ou se não conseguimos saber qual era a velocidade através de outras fontes”, disse ela. “Há sempre formas de utilizar outros parâmetros ao longo do caminho”.

Diretrizes federais exigem que os trens de passageiros tenham instrumentos de registro em funcionamento. Além disso, elas determinam que esses equipamentos sejam inspecionados a cada 92 dias. Não foi detalhado porque o gravador não funcionava, o qual as autoridades detalharam que foi instalado em 1995, e a última vez em que foi inspecionado.

 

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